Imagine um processo de compras que começa com uma simples requisição e termina semanas (ou até meses) depois, sob pressão, com urgências e retrabalho. Ninguém errou feio. Ninguém travou tudo. Mas o tempo passou.
Essa sensação não vem de uma falha específica, e sim da forma como o processo se organiza no dia a dia. É comum imaginar que o problema esteja em uma etapa isolada: aprovação, cotação, fornecedor ou área requisitante. No entanto, o tempo costuma se perder nos espaços entre essas fases.
O fluxo de compras anda, depois pausa. Retoma, mas sem o mesmo contexto. Volta etapas. Aguarda validações. Repete cotações. Tarefas que deveriam fluir se tornam fragmentadas. Assim nasce a sensação de que tudo está em movimento, embora quase nada avance de fato.
As pequenas fricções que fazem a diferença
Quando se olha com atenção para ciclos de compras recorrentes, alguns padrões se repetem:
-
- Requisições incompletas que exigem devolutivas
-
- Aprovações que percorrem caminhos longos demais
-
- Cotações refeitas por falta de histórico
-
- Decisões baseadas na memória dos indivíduos
-
- Informações espalhadas (e perdidas) entre diferentes canais
-
- Áreas com expectativas desalinhadas sobre prazos
Isoladamente, cada uma parece fácil de administrar. Quando acontecem em sequência, criam um processo truncado e imprevisível.
As consequências que não aparecem no cronômetro
Ao perder a fluidez, o ciclo de compras afeta mais do que os prazos. A operação passa a ser guiada pela urgência. O time de compras se torna reativo. Fornecedores recebem mensagens desencontradas. A confiança entre as áreas enfraquece. E mesmo com ajustes pontuais, o cenário pouco muda.
O ponto de virada começa com a visão do processo completo
Organizações com processos mais maduros lidam com compras como um sistema interligado. Elas se concentram em entender o ciclo por inteiro, do início à entrega final, para então ajustar o ritmo.
Com esse tipo de olhar, novas soluções ganham espaço:
-
- Estrutura clara na entrada de dados evita retrabalhos
-
- Critérios objetivos tornam decisões mais simples
-
- Histórico acessível reduz repetições
-
- Dados ajudam a sustentar escolhas recorrentes
-
- Comunicação centralizada mantém o contexto
-
- Pontos de controle mostram onde o tempo se concentra
Esse é o cenário ideal para aplicar tecnologia de forma estratégica. Na Newfy, usamos o Pipefy como base para estruturar o fluxo e adaptar automações e regras à realidade de cada operação. Essas mudanças, somadas, devolvem clareza e ritmo ao processo.
Cada empresa sente o impacto em pontos diferentes
Em algumas operações, o desgaste começa ainda na requisição. Em outras, aparece nas aprovações, na condução das cotações ou na falta de visibilidade sobre o que já avançou. Quando esses pontos ficam claros, o time deixa de atuar apenas apagando incêndios e passa a estruturar conversas mais produtivas sobre melhoria contínua.
Para apoiar essa leitura, preparamos um checklist de maturidade do processo de compras com sete situações recorrentes do dia a dia. O material ajuda a mapear onde essas fricções costumam surgir, quais sinais observar ao longo do fluxo e oferece uma base comum para análises mais objetivas e decisões mais bem fundamentadas.
Sobre a Newfy
A Newfy é uma consultoria especializada que ajuda times a transformarem processos engessados em operações conectadas, fluidas e sustentáveis. Unimos automação, design de processo e plataformas como o Pipefy para transformar tecnologia em resultados reais.
Quer entender como isso pode funcionar na sua empresa?
Acesse newfy.com.br



