Depois de desenvolver o primeiro processo internamente, a equipe precisava ampliar automações, integrações e projetos. Dênio Reis explica o que mudou com o suporte da Newfy.
A equipe comparou plataformas, fez uma POC e desenvolveu o primeiro processo internamente. O limite apareceu ao tentar ampliar projetos, conectar pipes e acompanhar os novos recursos do Pipefy sem deixar de atender as demais demandas da TI.
Depoimento de Dênio Reis, consultor de sistemas do Grupo CBO.
Quando Dênio chegou à empresa, em 2024, encontrou áreas que não se comunicavam, processos em WhatsApp, e-mail e Excel e pouca rastreabilidade. A equipe escolheu o Pipefy, implementou uma POC e decidiu desenvolver conhecimento dentro de casa.
Solicitações e aprovações circulavam por WhatsApp, e-mail e planilhas.
A equipe desenvolveu o VOR como MVP depois do projeto inicial de implantação.
Três pessoas da TI aprenderam a trabalhar com a plataforma e começaram a desenvolver.
Automações, integrações e pipes conectados exigiam um apoio que concorresse menos com a rotina da TI.
O cenário relatado considerava manter infraestrutura de uso em toda a operação embarcada.
Formulários e solicitações ficam disponíveis sem depender de uma instalação dedicada em cada embarcação.
O CBO Integra reduziu custos ao eliminar a necessidade de quase R$ 500 mil em licenças do sistema anterior e do investimento em infraestrutura dedicada nas 45 embarcações.
O projeto mostrou como o Pipefy poderia atender uma operação grande, distribuída e sujeita a novas demandas.
Segundo Dênio, o sistema anterior exigiria infraestrutura própria em cada embarcação para funcionar plenamente. Com o Pipefy, as solicitações podem ser abertas em um tablet, sem reproduzir essa estrutura local em toda a frota.